quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Item 5
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Rio Mucugêzinho e Poço do Diabo
Teve gente que quando viu o rio mucugêzinho, já se deu por satisfeita (nem vou contar que foi Bel rs), mas aí Flávia prometeu uma caminhada tranquila e sem pressa e lá fomos nós...
E depois de chegarmos ali tão pertinho, ainda não queriam descer...Vejam bem!!!!
Lá tinha tirolesa e rapel...Não lembro exatamente os preços, mas acredito que era 20 e 30 reais, respectivamente.
Só desceríamos pela tirolesa se o cara puxasse a gente de volta depois, coisa que nem propusemos para ele =)
Então nos restava descer mais um pouquinho para contemplar aquele lugar tão bonito!
Sinceramente, depois de tanta caminhada sob o sol escaldante, não deixaria de tomar banho ali por nada...Só eu e Bel fomos as corajosas...Flávia tava gripada e não podia ir e Mili não teve coragem...
Por que coragem??
Porque a água parecia que estava congelando...a sensação ao entrarmos era de que haviam agulhas furando a gente, de tão frio que estava. Tanto que até colocamos algumas garrafinhas de água pra dar uma gelada rs.
Depois de passado o choque (se é que passou), resolvi ir até a cachoeira, mas pela beirada. Morro de medo de água preta, porque fico imaginando várias coisas nela...até tubarão (eh...eu imagino realmente coisas impossíveis, às vezes rs).
Infelizmente houve um acontecimento trágico nesse dia... =(
Uma de nossas garrafinhas, sedenta por refrescar-se, atirou-se no rio...Tentamos resgatá-la, mas todas já estavam vestidas e não tinham mais como cair na água...Vimos a garrafinha descendo rio abaixo, curtindo a maior aventura rs
Esperamos que ela tenha diminuido a sede de alguém em seu destino final. (RIP)
No final, resta-nos a imagem daquele lugar lindo e seguimos nossa jornada em busca de mais aventuras =)
sábado, 15 de outubro de 2011
Agora DESTA VEZ vai!
Com toda aquela calmaria e silêncio repentinos, se não fosse pelo lixo espalhado pelas ruas da cidade, eu seria capaz de acreditar que tudo não passou de um sonho. Será que foi?
*****
Eita ferro!!! A lôra bebeu alguma coisa mesmo, ou não olhou as fotos... porque isso não aconteceu em Mucugê, foi em Andaraí.
Vou complementar com algumas fotos, e depois escrevo mais sobre outras cosinhas que aconteceram nesse dia...
Bel
domingo, 2 de outubro de 2011
Paraguaçu ou Paraguassu?
| Rio visto de Igatu |
| Maragojipe, onde o rio desemboca |
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
3 segundos de fama
Enquanto estávamos na Pratinha, vimos uma equipe da TV Record gravando lá.
O silêncio do lugar era tal, que, mesmo distantes, conseguíamos ouvir claramente o que a repórter [Mirella Cunha] falava , gravando a “passagem” repetida 1488 vezes: “Este rio de águas cristalinas é considerado um dos menores do Brasil. Só pra você ter uma idéia, são 800 metros de extensão”.
E não é que Miliane assistiu quando passou no “Hoje em Dia Bahia”??? E ainda achou o vídeo da matéria na net. Assistam e confiram nossos 3 segundos de fama, enquanto estávamos tomando banho no Rio Pratinha:
Fama é pra quem pode, não pra quem quer… hahahahaha
domingo, 4 de setembro de 2011
Balanço pessoal
Eu posso assinar embaixo de cada palavra que Flávia disse no post do Orquidário, sobre “todos podem ir à Chapada”.
Sou "velha", sedentária, mole e ainda tenho Condromalácia Patelar Grau II nos dois joelhos. E fui, curti, enfrentei meus limites, às vezes querendo, outras vezes indo sem saber, e até mesmo puxada/empurrada, como foi no dia do Poço do Diabo. Mas não me arrependo de nada, quero dizer, acho que me arrependo de ter enfiado Delicinha na estrada horrível de Igatu – não recomendo pra ninguém ir de carro, só de helicóptero. Talvez se não tivéssemos ido a Igatu não teriam acontecido as agonias com os pneus: não teríamos perdido tanto tempo na troca dos dois primeiros, e consequentemente chegaríamos mais cedo, não pegando neblina na estrada e nem cairíamos no buracão que detonou os outros dois. Mas… não dá pra voltar no tempo, então, só deixo o registro: Igatu é dispensável, na minha humilde opinião.
No mais, tudo o que escolhemos fazer, todos os lugares em que estivemos foram maravilhosos. No primeiro dia de passeios detonamos os músculos da coxa descendo a Lapa Doce e depois subindo o Pai Inácio. No outro dia começamos lightmente pelo Orquidário, mas aí Flávia inventou de ir em “Mucugezinho” que eu nem sabia que era só o “Rio Mucugezinho” (achava que era um povoado)… e depois fomos indo, indo, indo… até chegar ao Poço do Diabo, onde eu e Mirian nos jogamos na água deliciosamente gelada – assunto pra outro post, e quanto mais a gente descia mais eu pensava em como seria na volta. Pedi, mesmo implorei pra parar, pra voltar, pra ficar e esperar elas irem e voltarem… mas não me deixaram. Éramos mesmo as 4 mosqueteiras mochileiras como disse Marido, e ninguém abandonou ninguém em momento algum. Todas as coisas boas e as menos boas foram partilhadas igualmente.
Na saída do Albergue, em Palmeiras – Dia 3
Este post pode parecer o último, mas nem é. É só que hoje bateu uma saudade danada das meninas, e, uma semana depois, resolvi fazer meu “balanço pessoal” da viagem. Fá é amiga de muitos anos, Mirian amiga recente, e Miliane eu praticamente só conhecia virtualmente, mas ainda assim dormimos juntas, sorrimos e sofremos, choramos (só de rir), dividimos a mesma garrafinha de água e hidrotônico, o macarrão com azeite e atum que fiz no albergue (e elas comeram tudinho, dizendo que estava delicioso, mas acho que era a fome…)
Não emagreci, como achei que aconteceria nesses dias de caminhada, acho que a boca trabalhou tanto quanto as pernas, mas pelo menos não engordei. Estou no lucro!
Financeiramente não sei dizer quanto gastamos, ou quanto eu gastei especificamente. Existe uma planilha [até com uma página “Quem deve a quem” que nossa gerente financeira com experiência fez e eu só vi na hora dos acertos finais], mas eu, como boa comunicóloga e DDA, mal consegui registrar os gastos que fiz, e nem consigo entender o que lá está registrado. Mas, quer saber? Se fosse pra gastar o dobro (e eu tivesse), fazia tudo de novo. [Excluindo Igatu, of course!]
E o balanço deste blog??? Positivíssimo, sem dúvida! Jogando a modéstia no lixo, que lá é que é o lugar dela, nós quatro temos dado conta do recado direitinho. As quatro escrevem bem, sem grandes pecados contra a língua-mãe, com humor, coerência e bom senso. E é gostoso demais ver que outras pessoas passam por aqui, comentam, fazem referência “na vida real”, curtem no Facebook, participam conosco dessa aventura toda!
Mas o melhor “balanço” é mesmo o das fotos. Errr… qualitativamente, porque quantitativamente eu tô com preguiça de ir olhar quantas tem. Mas tem um montão, que eu sei. Maidenãoseiquantos gigas de fotos lindas! Ainda bem que minha conta do Flickr é PRO, então não temos limite para hospedar as fotos e a Galeria está ficando pronta, demora um pouco porque de todo jeito as fotos precisam ser minimamente selecionadas, e como estão todas no meu notebook, sou eu que estou fazendo isso. Mas já fechamos o segundo dia, e Mirian colocou algumas do orquidário (Dia 3). Já já chegam os outros três dias.
Bom, meu surto de emoção chegou e já está indo embora, à medida em que o sono está chegando. Boa noite procês que ficam, e, meninas, mais uma vez eu digo: Foi bom demais! Valeu TUDO! E que venham as próximas, porque eu não sou de ficar quieta no lugar muito tempo, não!!!
Orquídeas da Chapada
| Foto: Anabel Mascarenhas |
Se embrenhar no mato, subir e descer morros, se perder pelo caminho e descobrir toda a beleza da fauna e flora da Chapada Diamantina vale cada músculo dolorido no dia seguinte.
| Foto:Anabel Mascarenhas |
| Foto: Flávia Maciel |
| Foto: Anabel Mascarenhas |
| Foto: Anabel Mascarenhas |
| Foto: Anabel Mascarenhas |
Seu Raimundo, o guia que nos apresentou àquelas belezuras, demonstrou muita intimidade com as flores, sabia o nome de cada uma, seus cheiros, origem... Difícil se contentar em somente olhar e tirar fotos. Nós queríamos levar mudas para casa, mas eles não vendem porque muitas delas são de lá mesmo da Chapada e não são reproduzidas em laboratório, então eles não podem vendê-las e correrem o risco de colocá-las em processo extinção, como aconteceu com a Sempre Viva de Mucugê. Mas essa é uma outra história...
| Foto: Flávia Maciel |
| Foto: Flávia Maciel |
| Foto: Anabel Mascarenhas |
| Foto: Flávia Maciel |
